sábado, janeiro 01, 2011

Leituras - Grandes Batalhas: Farsália 48 a.C.

O sexto volume narra o conflito entre César e Pompeu, incluindo, (mas não se restringindo a) a batalha de Farsália. Não dispensa, tal como o volume anterior, a leitura da obra Commentarii de Bello Civili, que já comentei neste blog.

Leituras - Grandes Batalhas: A Guerra das Gálias 58-50 a.C.

Este quinto volume relata a conquista da Gália por Júlio César, o que não foi, de todo, uma batalha (como anteriormente mencionado). Não dispensa a leitura da obra da autoria do próprio Júlio César, Commentarii de Bello Gallico, impressionante quanto mais não fosse pelo mero facto de ter chegado até nós, mas certamente uma visão um pouco (!) mais parcial do que a que este volume nos apresenta.

Leituras - Grandes Batalhas: Canas 216 a.C.

Este quarto volume é sobre a batalha de Canas e dá conta do inferno que os romanos passaram às mãos do grande general cartaginês Aníbal. Não deixa de impressionar a carnificina de algumas batalhas da Antiguidade, a contrapor-se àquilo que sucedia na maioria dos casos, que era a debandada dos vencidos, ainda sem terem sofrido demasiadas baixas.

Leituras - Grandes Batalhas: As Campanhas de Alexandre 334-323 a.C.

O terceiro volume da colecção é sobre Alexandre Magno. De facto, o nome da colecção está meio enviesado, porque não se restringe a uma batalha, mas a campanhas inteiras. Enfim, perdoemos-lhes o marketing.

Leituras - Grandes Batalhas: Termópilas 480 a.C.

O segundo volume desta simpática colecção é sobre a heróica resistência dos 300 espartanos (mais uma boa quantidade de outra gente, de bravura menos conhecida) ao exército de Xerxes, na passagem das Termópilas.

Li os primeiros seis volumes até meados de Dezembro, como se verá nos posts seguintes.

segunda-feira, novembro 15, 2010

Aristóteles tem a Natureza de Buda?

“Considero aquele que consegue vencer os seus desejos mais corajoso do que aquele que consegue vencer os seus inimigos.”

Aristóteles

sábado, setembro 11, 2010

Leituras - Grandes Batalhas: Maratona 490 a.C.

Sempre interessado pela História militar, não resisti à tentação de adquirir a nova colecção da Osprey Publishing, numa iniciativa do jornal Correio da Manhã. Por um pouco menos de oito euros por exemplar é possível adquirir, em formato de capa dura, o relato de algumas das mais importantes batalhas da Humanidade. Tive a oportunidade de confirmar que, em Espanha (estivemos recentemente em Barcelona), exemplares avulso da Osprey custam sensivelmente o mesmo preço, mas em capa mole. Assim, não sendo uma absoluta pechincha, é, ainda assim, atraente.

O primeiro volume, sobre a batalha de Maratona, entre gregos e persas, deu uma leitura agradável. Mas, no meu caso, é o tipo de livros que podem acabar por ficar na prateleira, se não me resolvo a correr o risco de os levar para os transportes públicos - realmente, quase não consigo encontrar disposição para ler em casa.

P.S.: Devo chamar a atenção dos caríssimos leitores, mas sobretudo da editora, que a tradução está sofrível, havendo situações capazes de gerar verdadeira perplexidade no leitor. Por exemplo, é referido o facto de um escudo ter sido usado como uma enxada, no famoso episódio do sinal do escudo, quando de facto terá sido usado como um espelho. Duvido sinceramente que o original inglês falasse de algum tipo de enxada, mas algures no retorcido caminho das traduções e re-traduções algo de crítico se perdeu. Recordo que, em edição de colecção análoga relativa à Segunda Guerra Mundial, ao que parece a tradução terá sido realizada a partir da tradução espanhola, e não do original inglês, conduzindo na altura a várias gralhas.